
PRESERVAÇÃO DA NATUREZA
Pensando na Conferencia, que ora se inicia, no Rio, fiz uma viagem ao passado, quando havia maior preservação da natureza.
Sou portuguesa (Vila Nova de Gaia). Vim para o Rio de Janeiro com sete anos de idade. No lugar em que nasci, todos tinham seu pedacinho de terra, onde plantavam verduras, legumes, frutas e o que mais a terra desse. Na casa que moravamos, também minha avó cultivava. E tinhamos frutas, verduras e até flores. Muitas flores, que a avó cuidava. Era um lugar lindo, encantador!
Voltei lá vinte anos depois. Quanta tristeza! Decepção e revolta! Cimentaram o quintal onde havia todo o plantio e até fizeram a porcaria de uma casinhola. Todos os outros campos, ao redor, estavam queimados ou destruidos, em completo abandono. Uma tremenda devastação, para construirem casas. Muitas casas.
Se, naquele lugar pequeno está deste jeito, eu fico imaginando o resto. Não adianta promoverem Conferencias. Cada pessoa tem que se conscientizar, evitando toda espécie de agressão a natureza, que vem ocorrendo.
Sou portuguesa (Vila Nova de Gaia). Vim para o Rio de Janeiro com sete anos de idade. No lugar em que nasci, todos tinham seu pedacinho de terra, onde plantavam verduras, legumes, frutas e o que mais a terra desse. Na casa que moravamos, também minha avó cultivava. E tinhamos frutas, verduras e até flores. Muitas flores, que a avó cuidava. Era um lugar lindo, encantador!
Voltei lá vinte anos depois. Quanta tristeza! Decepção e revolta! Cimentaram o quintal onde havia todo o plantio e até fizeram a porcaria de uma casinhola. Todos os outros campos, ao redor, estavam queimados ou destruidos, em completo abandono. Uma tremenda devastação, para construirem casas. Muitas casas.
Se, naquele lugar pequeno está deste jeito, eu fico imaginando o resto. Não adianta promoverem Conferencias. Cada pessoa tem que se conscientizar, evitando toda espécie de agressão a natureza, que vem ocorrendo.

