sábado, 25 de junho de 2011

AS DIFERENTES FACES

Contemplando minha afilhada de 11 anos de idade, fiquei a refletir como somos, fisicamente, várias pessoas, ao longo da vida. As mudanças que se operam no nosso corpo, nos transformam, quase, por completo.
Olho para esta menina, que eu adoro. Alta, vaidosa, uma menina moça, com outra fisionomia. Não reconheço em seus traços a mesma criança de há bem pouco tempo. E, quantas vezes mais ela irá se modificar. Somando, assim, em uma só, muitas faces.
Esta reflexão sempre me entristece, pois mesmo sabendo que é inevitável, não posso deixar de lamentar o que o tempo e os anos fazem com a gente. Mas, há que se conformar e aceitar, procurando valorizar o presente, sem pensar no que fomos e o que, ainda, seremos.

6 comentários:

Cida disse...

Engraçado Paloma, pois essa semana mesmo, eu estava conversando com meu marido, e lhe dizendo como que, a cada vez que me encontro com nossa netinha, eu a acho tão diferente!
Principalmente, porque a gente mora distante, e, às vezes, se passa mais de um mês sem que a gente se veja.
(Ela mora em São Paulo, e nós moramos em Minas).
Mas, nessa idade que ela está (3 anos e 5 meses), a mudança é tão grande! Muda a fisionomia, o modo de conversar, de interagir...e por aí vai...
E eu fico me perguntando: mas onde está aquele bebe gordinho e bochechudo, que outro dia mesmo estava aqui no meu colo?...rs

O bom, é que em setembro, ela ganha um irmãozinho, e aí começa tudo de novo!...:))

Espero que Deus me de saúde, para que eu possa ver essas crianças se transformando em adultos maravilhosos, que, com toda certeza vão ser.

A vida é essa, amiga, tudo se transforma... temos mais é que acompanhar, pois o tempo corre célere, e não nos espera.

Beijão pra você, e fique bem.

Cid@

Beth/Lilás disse...

Paloma, Eu também sinto a mesma coisa quando vejo pessoalmente minha sobrinha de 13 anos. Parece que foi ontem que ela nasceu e nós festejamos sua chegada. Está hoje com ares de mocinha, já pensando em namoricos e a gente se põe a pensar o que fizemos neste breve tempo.
A vida é isso aí, quando abrimos o olho, os nenéns já são adultos e nós estamos velhinhos. hehe
beijos cariocas

Dulce disse...

Pois é, Paloma, o tempo não para, gerações se sucedem, embalamos filhos pequeninos nos braços, depois os netos, passamos por todo o espanto que você descreve, exatamente como o fizeram nossas avós ou bisavós, e como farão nossos netos e bisnetos... É o caminhar da vida, minha amiga. Por isso devemos curtir cada momento de nossos amores e irmos armazenando memórias que vão nos embalar depois...
Beijos

Lilá(s) disse...

Sinto o mesmo com os meus sobrinhos, com o meu filho e quando vejo fotos minhas da adolescencia...por vezes é incrivél, nem acreditamos na mudança que se operou em nós. Só nos resta aceitar, cada idade tem a sua beleza.
Bjs

Paloma disse...

CIDA,é isso que eu me pergunto:onde está aquela menininha que eu embalava no colo?
A chegada de uma criança é sempre renovação.

BETH, 13 anos?É uma mocinha já esticando os olhos para os ¨gatinhos¨. Pois,a minha com 11 anos é assim.

Paloma disse...

DULCE, mas refletir sobre esta realidade dá uma ¨gastura¨. Melhor é não pensar.

Lilá(s), Se compararmos as fotos,não parecemos os mesmos.